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Estamos lendo
| Publicado em 26/05/2009 por
palermo
Estou lendo Leite Derramado, de Chico Buarque. Quando comprei, tinha a idéia de pegar e não largar mais. Está sendo diferente. O Leite fica ali, Derramado, sobre a minha bancada, assim, meio abandonado.
O texto é bom, a intenção é boa. Mas o livro não acontece. Por enquanto, tomara.
Estou na página 75. Tenho receio de chegar na derradeira 200 e a história não me pegar. Vou continuar lendo e depois eu conto se valeu a pena derramar esse leite.
Dentro de uma empresa, para que as coisas funcionem bem é preciso que seus colaboradores compartilhem suas informações e conhecimentos, isso faz com que todos exercerem suas funções com maior eficiência e eficácia. Assim, a informação e o conhecimento compartilhados entre todos os membros da organização passaram a ser um diferencial, tornando-se uma vantagem competitiva perante seus concorrentes que não o fazem.
Todavia o compartilhamento de informações não se restringe ao âmbito organizacional ou acadêmico, ele tomou conta do mundo. A internet passou a ser o maior espaço para compartilhamento de informações, devido ao seu fácil acesso e a sua ágil atualização. Pessoas participam da economia como nunca antes, elas estão influenciando na maneira como os bens e os serviços são inventados, produzidos, comercializados e distribuídos mundialmente.
As novas ferramentas de informação e comunicação criadas para a World Wide Web (WWW) colocam a disposição de seus usuários a possibilidade de compartilhar, colaborar, criar valor e competir. Isso faz com que as pessoas possam participar da inovação e da criação de riqueza em cada setor da economia. Esse novo modelo de inovação e criação de valor é chamado por peer production ou peering, que acontece quando grupos de pessoas e empresas colaboram de forma aberta para impulsionar a inovação e o crescimento de seus ramos.
Estar-se-á vivendo no mundo da colaboração, onde não há mais espaço para o ‘eu’, agora é a vez do ‘nós’. ‘Nós’ temos o poder de dizer como e quando deve ser feito, criado ou modificado tais produtos e informações.
É nessa wikinomics que a maior enciclopédia foi criada e é nela que o individualismo perdeu seu espaço. A ‘febre’ das ferramentas colaborativas só tende a aumentar, até porque a nova geração já nasce conectada na internet, cada vez mais surgem novas ferramentas e as ferramentas que já existem precisam e estão criando novas funcionalidades para não ficarem para trás.
Quer saber mais? Então leia:
TAPSCOTT, Don; WILLIAMS, Anthony D.; Marcello Lino (trad.). Wikinomics: como a colaboração em massa pode mudar seu negócio. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007. 367p.
e descubra quais são as 7 formas de colaboração.
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Iniciativas e eventos
| Publicado em 17/05/2009 por
Rafael Leite
Há tempos ouço relatos do Eduardo e da Fernanda Rosar sobre passeios de barco com narração de histórias nas tardes de domingo. Neste final de semana levei (finalmente) a família para visitar a Barca dos Livros. Fiquei surpreso e muito feliz com a experiência.
É uma biblioteca comunitária, mantida com doações e trabalho voluntário, um espaço muito aconchegante em frente à Lagoa da Conceição. Iniciativa exemplar de incentivo à leitura, de construção de uma sociedade melhor.
Um daqueles lugares para passar a tarde saboreando cada momento. Histórias, estórias e cultura são inevitavelmente consumidos a cada olhar, a cada mural e estante. Diferentes ambientes, espaço externo e até guarda volumes fazem parte da estrutura disponível.
Além da biblioteca, que funciona de terça a domingo (horários no site), oficinas e eventos, mensalmente ou a cada duas semanas eles promovem passeios de barco pela Lagoa com narração de histórias. Prato cheio para a criançada.
Não consigo deixar de achar um espetáculo. Dou meus aplausos de pé. Parabéns e obrigado!

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Tenha na cabeceira
| Publicado em 14/05/2009 por
leila
“O menino do pijama listrado“ conta a história de um garoto alemão chamado Bruno, filho de um oficial nazista, que é obrigado por motivo da promoção do pai, a se mudar de sua bela casa em Berlin e ir morar numa casa ao lado de um campo de concentração. Num de seus passeios ao redor da casa Bruno conhece Shmuel, um menino judeu, e se tornam amigos. Até aí todos sabem, é só ler em qualquer sinopse do livro ou do filme, mas o melhor só se conhece lendo o livro, e nem adianta ver o filme, que é bom, mas nem se compara…
O livro trata a guerra de uma forma leve, em nenhum momento fala de alguma agressão, tortura ou morte, mas deixa no ar. Muitas vezes chega a dar uma certa frustração e vontade de ficar sabendo o que aconteceu. A inocência de Bruno é algo que incomoda às vezes, cheguei a me perguntar se crianças de 9 anos são realmente tão inocentes, talvez naquela época fossem.
Acima de tudo o livro é extremamente sensível e mostra visões diferentes de um mesmo momento.
Bruno não entende o sofrimento do amigo mas nos deixa uma lição de amizade, esperança e pureza.
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Livro é notícia
| Publicado em 11/05/2009 por
Maria Carolina Carlos Pinto
Livro traz história do avô do autor e recria o Brasil da década de 20
Há tempos eu não lia um bom livro de aventuras. Na semana passada, li Amor e tempestade, de Thales Guaracy (Editora Objetiva, 375 páginas, R$ 50). Comecei a ler na cama, para atrair o sono, e fui até a página 115. No dia seguinte, li o resto. Não é qualquer livro que consegue isso. A vida, os feitos e os amores do soldado Coracy Gonçalves Ferreira não constituem um grande romance – no sentido em que Dom Casmurro e Vidas secas são grandes romances –, mas é boa leitura. Tem força narrativa, imaginação e sólida pesquisa histórica. Consegue nos levar pela mão ao Brasil da década de 20, quando figuras como Luís Carlos Prestes, Cândido Rondon e Padre Cícero dominavam a imaginação do país.
Ao final, como nos bons best-sellers, o leitor tem a impressão de que se divertiu demais e aprendeu de menos, mas é falso. Todo romance histórico nos ensina alguma coisa sobre a época que descreve. O Brasil do tenentismo emerge muito mais nítido desse romance. Embora tenha a história como pano de fundo, a essência de Amor e tempestade é o heroísmo. O soldado Coracy, livremente inspirado no avô do escritor, é um contraponto ao Macunaíma de Mário de Andrade, que não tinha nenhum caráter. Coracy tem mais coragem, mais noção de honra e mais desprendimento que todos a seu redor. Ele é, desde menino, um herói monolítico, moldado no barro de Ulisses e Harry Potter.
Enfrenta a crueldade da madrasta e o sadismo dos comandantes militares com a mesma e inabalável dignidade. Ama sem dúvidas e com total destemor. Através de seu olhar severo, o leitor é apresentado aos protagonistas e aos eventos brasileiros do início do século passado. Coracy conhece Oswald de Andrade em um prostíbulo, participa da revolta do Forte de Copacabana, é condecorado pelo Marechal Rondon na Amazônia, tenta aliciar o cangaceiro Lampião para o Exército e recusa-se a aceitar a rendição da Coluna Prestes na fronteira com a Bolívia. Como uma espécie de Wally, ele está em toda parte. Somente a habilidade do autor dá a essa colcha de coincidências a ilusão de credibilidade.
Amor e tempestade é o quarto romance de Thales Guaracy, um bem-sucedido jornalista de 45 anos que eu conheço desde os anos 80, quando ele era um jovem repórter talentoso e insolente. Anos depois, continua parecido consigo mesmo. Propõe-se a ressuscitar um período histórico turbulento e consegue. É o talento. E não hesita em colocar no centro da história brasileira um avô que até no nome se parece com ele. É a insolência – e funciona.
Ivan Martins – Revista Época, ed. 573
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Livros do baú
| Publicado em 05/05/2009 por
Giancarlo Proença
Giancarlo era um garoto gordinho em Lages, em 1975, quando conheceu Estopa. Peludo, desengonçado, o cachorro deu ao pequeno Giancarlo um presente eterno: o gosto pela leitura. Claro que depois de Estopa – um livrinho de poucas páginas, impressas em papel cartão próprio para impedir que crianças travessas rasgassem – vieram muitos outros livros. Mas o primeiro de que me recordo é esse.
Bem novo, com quatro para cinco anos, comecei meu processo de alfabetização. Por associação fui aprendendo o som das palavras que meus pais e avós liam nas páginas de Estopa. Devagar e pacientemente, aprendi a ler. Dali, passei para quadrinhos do Pato Donald, que comprava numa banca ao lado do supermercado Alvorada, a uma quadra do apartamento de meus pais. Meu avô paterno, o saudoso vô Maneca, é quem cedia aos caprichos de uma criança que todos os adultos julgavam não saber ler. Até que minha mãe, professora, claro, se deu conta de que a atenção era muito grande para quem estava vendo figurinhas. Até hoje, há quem culpe minha maneira estranha de segurar a caneta e a caligrafia horrível ao fato de ter me alfabetizado sozinho. Segui por um longo tempo como ávido leitor de quadrinhos da Disney.
Outra boa lembrança ligada aos livros veio bem mais tarde, quando me mudei para Jacinto Machado, uma cidade pequena no Sul de Santa Catarina. O colégio estadual onde eu estudava tinha uma boa biblioteca e uma excelente bibliotecária, dona Mariazinha. Uma italiana branca e gordinha que me atendia muito bem. Na terceira série, fiz minha carteirinha da biblioteca e não parei enquanto não devorei a coleção completa do Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato, e todos os Julio Verne que dona Mariazinha indicava.
Atribuo esse gosto pelos livros ao fato de ter crescido entre eles. Meu pai é um devorador de letras. Quando vem me visitar já chega no apartamento olhando para as estantes do escritório, procurando o que ler. Dos violentos quadrinhos de Frank Miller em Sin City até a doçura de O Caçador de Pipas, de Khaled Hosseini. Caiu na mão do meu velho, ele tá lendo. Já minha mãe é mais seletiva. Sempre está lendo dois ou três livros ao mesmo tempo, um deles invariavelmente da sua área de formação ou atuação. Costume que nunca consegui adquirir. Acabo abandonando um, terminando outro primeiro e só depois voltando ao que havia começado.
Na minha casa sempre tivemos livros nas estantes, nas cabeceiras, próximos aos sofás. Lembro bem de ter deixado em bagaços um dos volumes da enciclopédia Time-Life, de tanto manusear. Era O Homem e o Espaço, que contava as epopéias da ida do homem à Lua, como eram feitos os foguetes Saturn, Mercury e as cápsulas Apolo. Outro volume também me atraía: Energia. A partir do gosto por esses livros, escolhi minha carreira de engenheiro eletricista. O que não tinha notado é que minha relação com os livros e as palavras ia além do conteúdo. E que engenharia elétrica, por mais interessante que fosse, não era meu futuro. Ele estava nas palavras. Aqui estou, jornalista, escrevinhador compulsivo, leitor voraz. Tudo graças aos livros que tocaram minha vida.
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Passe longe!
| Publicado em 02/05/2009 por
Paula Carina de Araújo

Nunca me interessei por livros de auto-ajuda ou que apresentam fórmulas mágicas de como conviver com outras pessoas ou como liderar uma equipe.
O livro é um dos meus presentes favoritos, fica a dica pessoal! No meu aniversário de 24 anos, em 2007, eu ganhei o livro “Como se tornar um líder servidor: os princípios de liderança de O Monge e o Executivo” do autor James Hunter (Ed. Sextante, 136p.). Leituras como essa geralmente são indicadas para alunos do curso de Administração e para pessoas que estão a frente de alguma equipe.
O livro é basicamente uma compilação dos princípios de liderança servidora apresentados no livro “O monge e o executivo”, do mesmo autor. Como é afirmado no livro, também acredito que liderar é muito mais servir do que mandar e ditar regras. Entretando, a leitura não me agradou. Cheguei até a página 33, é o que o meu marcador de páginas diz, não consegui seguir a diante.
Na descrição do livro apresentada na contra-capa fica claro que além de fazer uma compilação de princípios, o autor também expõe um guia que facilite a aplicação deles na vida e no trabalho. Não consigo imaginar que existam fórmulas prontas para liderar pessoas, pois uma equipe é uma caixa de surpresas.
Alguém já leu esse livro? Teve uma outra visão? Quem sabe vocês me convencem a fazer uma nova tentativa…
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Blog
| Publicado em 28/04/2009 por
palermo
A Leila provocou a gente no Dia do Livro, com um post sobre o livro de nossas vidas. Pensei bastante e resolvi escrever.
É difícil lembrar o meu primeiro livro. Eu sei, estou contrariando aquela frase do Olivetto: o primeiro a gente nunca esquece. Mas eu complemento: a não ser que seu nome seja Fernando Palermo. Pois é, sou esquecido mesmo. Bastante esquecido. Tanto que leio e releio meus livros diversas vezes.
Pra não esquecer, até mesmo faço uma espécie de ficha de leitura, com um belo resumo da história. E, claro, com direito ao epílogo.
Deve ser por isso que tenho a mania de não ler livro emprestado. Quero todos eles comigo, ali na minha estante, ao alcance da minha mão e da minha falta de memória.
Pois é, já estou quase esquecendo o assunto do post. Vamos lá: alguns livros marcaram minha vida. De Érico Veríssimo, com seu infantil “As aventuras do avião vermelho” ao eterno Mario Quintana, com as coletâneas do Caderno H, por exemplo.
Mario Quintana foi importante na minha vida, não com um único livro, mas com cada linha que ele escreveu. Tanto que tenho uma foto dele aqui na minha frente, me olhando enquanto digito este post.
Mais recentemente, lembro de um livro que me marcou bastante. Não pelo brilhantismo do autor, que até era dos bons, o jornalista e biógrafo Fernando Morais. Mas o que me envolveu completamente foi a história, a vida real, sofrida e heróica de Olga Benário Prestes.
Sabe aqueles livros que te deixam triste quando você se aproxima do final? Você sabe que vai chegar na última letra da última palavra da última frase da última página. E aí será o fim.
E aquele livro irá adormecer na prateleira. A não ser que seu dono seja um esquecido como eu, que vive relendo seus velhos livros. Falando nisso, vou lá pegar Olga e voltar pra ela. A saudade dói.
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Livro é notícia
| Publicado em 26/04/2009 por
Maria Carolina Carlos Pinto
Seu blog De Cabeceira estreia hoje uma nova seção: Livro é notícia. Nela postaremos notícias que saíram na mídia sobre livros, pricipalmente os lançamentos, porém não é qualquer notícia que virará post.
Então declaro estreiada a categoria Livro é notícia!
Do Outro Lado (tradução de Roberto Wander Nóbrega; Rocco; 544 páginas; 57 reais) é o livro premiado de Natsuo Kirino, pseudônimo de Mariko Hashioka, a mais aclamada escritora japonesa dedicada ao romance policial no atual cenário internacional. O romance é uma espécie de conto longo sobre um crime e seus efeitos. Uma mulher jovem, mãe de filhos pequenos, assassina seu marido após ser agredida por ele. Três mulheres que trabalham com ela no turno da noite em uma fábrica de comida pronta promovem o sumiço do corpo num cuidadoso trabalho de desmembramento. A habilidade com que realizam a tarefa abre uma nova frente de trabalho para o turno do dia. Prestar serviços para assassinos e gangues sumindo com cadáveres se torna uma opção sedutora, posto que rentável. O crime como o outro lado da vida cotidiana é a aposta que conduz a narrativa.
Kirino é cuidadosa no detalhamento realista. Suas descrições de personagens presas ao cotidiano instauram uma atmosfera de banalidade. Sobre essa superfície desliza a ação que captura o leitor. Tudo está à mostra. A forma e o conteúdo realista das cenas levam a perguntar: o que deseja a escritora, ao pôr o leitor diante de um crime de autoria evidente, sem que haja um mistério por desvendar? O que poderia ser defeito da obra, no entanto, é o seu mérito maior. No modo como a escrita afunda na descrição da banalidade até mesmo da ação criminosa, o romance de Kirino mostra sua pesada gramatura. Tudo tem outro lado. Abaixo do horizonte da crítica à violência praticada contra mulheres entra em cena a capacidade das próprias mulheres de cometer violência. Abaixo do fio vermelho do crime entra o modo de conviver com ele e de usá-lo com fins pragmáticos.
Neste romance tanto policial quanto reflexivo, Kirino vitrifica a banalidade do mal. Banalidade exposta numa rede de relações em torno de dois universos que compõem um dos mais profundos véus simbólicos no romance: os universos do dia e da noite, da luz e da escuridão, correlatos comuns da vida e da morte. A vida das quatro operárias é inversa à vida das pessoas comuns. Elas trabalham no turno da noite produzindo alimento para os que vivem durante o dia. Por dormirem de dia, vivem existências alienadas. Kirino acentua o fato de que elas não participam da vida que ajudam a produzir e, quando entram nela, passam a agir como vermes no escuro. Dos questionamentos quanto à vida e suas escolhas, da percepção de que tudo está fora da ordem, dependerá o preço que pagarão e a chance de se libertarem de um ciclo estranho e familiar ao mesmo tempo e, por isso, tanto mais perverso.
Clique aqui e veja um trecho do livro.
Marcia Tiburi - Revista Veja, ed. 2109
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Blog
| Publicado em 23/04/2009 por
leila
Hoje é dia do Livro, então nada mais justo que escrevermos sobre ele, então pensei em cada um escrever aqui sobre o livro em sua vida, vou começar e espero saber a história de cada um:
Lembro do primeiro livro que li, sem contar esses de historinhas infantis, cheio de figurinhas, desses o único que lembro é o “A história da Manioca”, esse ganhei na terceira série, de uma professora, era a história de uma indiazinha que se chamava Mani, que foi enterrada numa oca, e dessa oca nasceu uma planta, que chamaram de Manioca, e mais tarde passou a ser chamada de Mandioca, era mais ou menos isso.
Mas voltando ao meu primeiro livro sem “figurinhas”, esse se chamava “Um amigo muito especial” era a história de um menino que tinha um elefante como amigo imaginário, fiquei empolgadíssima com o livro, eu devia ter 10 ou 11 anos e também queria ter um amigo imaginário, mas não consegui ter tanta imaginação para isso. Não sei que fim deu esse livro, devo ter emprestado pra alguém, mas um dia vou comprar outro e ler novamente. Depois desse li vários da série vagalume, Pollyanna (menina e moça), e na adolescência muitos Sabrina, Júlia e Bianca, esses de romance melado.
Confesso que não gosto de livros técnicos, peno pra ler, gosto mesmo é de viajar nas histórias, reais ou não.