Como se tornar um líder servidor

Nunca me interessei por livros de auto-ajuda ou que apresentam fórmulas mágicas de como conviver com outras pessoas ou como liderar uma equipe.
O livro é um dos meus presentes favoritos, fica a dica pessoal! No meu aniversário de 24 anos, em 2007, eu ganhei o livro “Como se tornar um líder servidor: os princípios de liderança de O Monge e o Executivo” do autor James Hunter (Ed. Sextante, 136p.). Leituras como essa geralmente são indicadas para alunos do curso de Administração e para pessoas que estão a frente de alguma equipe.
O livro é basicamente uma compilação dos princípios de liderança servidora apresentados no livro “O monge e o executivo”, do mesmo autor. Como é afirmado no livro, também acredito que liderar é muito mais servir do que mandar e ditar regras. Entretando, a leitura não me agradou. Cheguei até a página 33, é o que o meu marcador de páginas diz, não consegui seguir a diante.
Na descrição do livro apresentada na contra-capa fica claro que além de fazer uma compilação de princípios, o autor também expõe um guia que facilite a aplicação deles na vida e no trabalho. Não consigo imaginar que existam fórmulas prontas para liderar pessoas, pois uma equipe é uma caixa de surpresas.
Alguém já leu esse livro? Teve uma outra visão? Quem sabe vocês me convencem a fazer uma nova tentativa…
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3 Comments
Eu li O Monge e o Executivo. Achei óbvio. Aliás, esse é meu grilo com os livros da dita auto-ajuda. Me soam um amontoado de obviedades. Aliás, o nome já é estranho. Se é AUTO-ajuda, não deveria ser uma coisa que a pessoa mesmo faria, sem precisar de um guru? Sei lá.
Eu também só li o Monge e o Executivo. E gostei, muito. E também não considero livro de auto ajuda.
Aprendi com um pai em uma reunião da escola da minha filha algo simples, mas que mostra um pouco sobre o que eu penso sobre os livros de auto ajuda (nem todos, claro): “o óbvio também precisa ser dito”. Então mesmo que classificado assim no seu padrão pessoal, dá uma forçada.
Só porque não é rocket science não quer dizer que não é importante. Ainda mais hoje em dia, que cada vez mais temos menos tempo para pensar e tirar nossas próprias conclusões.
Uns “empurrõezinhos” ajudam!
Mas voltando ao Monge e o Executivo, tem muita gente que eu conheci na minha vida profissional que podia tirar bom proveito.
Voto por trocar de categoria: Tenha na Cebeceira!
A questão é: mesmo achando o livro óbvio, você tem conseguido aplicar os princípios ali apresentados? É fácil praticar o que é recomendado no dia-a-dia das relações e situações que enfrentamos?